A trupe do Macondo Circus

Texto: Ricardo Rodrigues

Fotos: Nathália Schneider, Gabriela Moraes, Caroline Muller e Andressa Quadro

Peguei a carruagem andando, mas não era qualquer carruagem. Era a carruagem da trupe do Macndo Circus. O festival, que em 2010 completou 7 edições, levou para o público de Santa Maria e curiosos de outras cidades e estados uma belíssima amostra de integração artística entre 21 e 27 de novembro.

Desembarquei na Gare, um dos locais que concentrou as atividades, no dia 25 – primeiro dia de show, e os personagens do rock já entoavam a sua música. Entre os artistas que passaram pelo palco do local, e também do Macondo Lugar, outro espaço que recebeu bandas das mais variadas vertentes, havia de tudo: rock tradicional, experimentalismo, artes cênicas. Não importava se era uma banda recente ou clássicos da música gaúcha, como o Júpiter Maçã, que tocou no Macondo Lugar, todos estavam em harmonia.

Fui para participar de uma experiência nova: a cobertura colaborativa de comunicação. Entre os participantes haviam jornalistas, fotógrafos e acadêmicos de comunicaçao. Mas havia espaço também para quem não fazia parte deste universo, como a estudante de design Caroline Muller, que arriscou-se nas fotografias em parceria comigo.

Nesses 3 dias em Santa Maria, foi interessante observar as reações do público diante de um evento que colocou no mesmo espaço música, oficinas, intervenções artísticas e mostras de audiovisual. Existe a curiosidade por algo que soa como novo, existe a surpresa diante dos artistas selecionados, existe aqueles que compareceram por já terem presenciado o espetáculo em outras ocasiões. Seja qual for a categoria ninguém passou pelo Macondo Circus sem esboçar alguma reação.

Entre os destaques cito o Proyecto Gomez, da Argentina, a banda de um home msó, que levou ao palco experimentalismo puro e uma parceria com a banda Rinocerontes, por meio de uma música composta durante o festival. Mas todos os artistss que passaram pelos palcos do Macondo trouxeram algo marcante, assim como a banda de Porto Alegre Boraimbolá, que misturou artes cênicas, circo e rock durante a sua apresentação, e que marcou o festival por conta da canção Iemanjá.

Veja abaixo algumas fotografias captadas pelos colaborativos do Circu. Para saber todos os detalhes, clique aqui e leia todas matérias e assista às entrevistas com as bandas, artistas e públicos. Destaque também para o pessoal do Coletivo Alona, do Paraná, que particiou ativamente da cobertura.

Equipe da cobertura colaborativa

Dessa experiência, ficou não apenas o conhecimento adquirido com a distribuição de pautas, as informações apuradas, o contato com as bandas, mas também a amizade com pessoas de diferentes visões sobre os fatos. Fica aqui o especial agradecimento do Coletivo Veneta pelo convite e a recepção.

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Sobre venetacoletivo

Veneta, que significa ideia repentina, dar na telha, ou, como diz a expressão pupular, dar na veneta, é uma assessoria de produção e articulação cultural. Atua sobre projetos das mais variadas vertentes, enaltecendo a qualidade e diversidade da cultura regional.
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