Grito Rock eletrônico?

Projeção, telas de LCD, um teclado e Wanderclayt no palco. Uma batida eletrônica começa e o público pára e olha. O que acontece depois?

Um som empolgante, voz com efeito e logo uma grande vontade de dançar. Algo descrito como industrial ou eletronic bodymusic foi o que embalou o último show do primeiro dia de Grito Rock no Macondo Lugar.

A banda Airen’terre é composta por três integrantes. Um residente em Santa Maria, Wanderclayt, um em Nova York e outra em Madrid. As composições são feitas coletivamente via internet, mas somente Wander sobe ao palco. Esta união data de 1997, e na época o som não era muito conhecido. Hoje, com a popularização do eletrônico, a “banda” decidiu pôr de pé a turnê 2010.

O palco, multimidiático, complementa a música. Tudo pensado, produzido e editado pelo estúdio de Wanderclayt, o Bunker Media.

Apesar de ter nascido no Recife, Wander tem uma opinião um tanto quanto diferente sobre Chico Science. A declaração, no início do show, gerou polêmica no Twitter. Mas Wander não se importa com isso. O importante é fazer arte.

Texto: Carolina Moro e Igor Müller

Fotografia: Marcelo De Franceschi

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Sobre venetacoletivo

Veneta, que significa ideia repentina, dar na telha, ou, como diz a expressão pupular, dar na veneta, é uma assessoria de produção e articulação cultural. Atua sobre projetos das mais variadas vertentes, enaltecendo a qualidade e diversidade da cultura regional.
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